sexta-feira, 29 de março de 2013

81 pessoas se convertem em cruzada para mais de 7 mil em Ouricuri, no Sertão de PE

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Ouricuri, a 622 km do Recife, promoveu, neste feriadão, um dos maiores eventos voltados para o público evangélico da história do Sertão pernambucano. A Assembleia de Deus da cidade realizou a 1ª Cruzada Evangelística Ouricuri para Cristo, nesta sexta (29), na Praça Frei Damião, no Centro.

O evento preliminar ocorreu um dia antes, com uma carreata evangélica que circulou vários bairros da cidade com centenas de carros e motos, anunciando a cruzada do dia seguinte. A concentração dos veículos saiu do templo sede, na Rua dos Correios, e a carreata durou cerca de três horas, encerrando o trajeto no Centro da cidade. Ainda houve espaço para louvores, e, ao final do trabalho, quatro pessoas se converteram a Cristo. 

A iniciativa da carreata chamou a atenção da população da cidade para a cruzada. Na noite desta sexta, as mais de sete mil pessoas, segundo a organização, oriundas dos diversos bairros de Ouricuri e das cidades vizinhas, renderam um culto de mais de quatro horas de duração, com muito louvor e adoração ao Senhor. Ivonaldo Albuquerque e Rayanne Vanessa, nomes conhecidos da música assembleiana pernambucana, estiveram na cruzada cantando músicas dos seus repertórios. Além deles, o grupo de louvor e os cantores locais também tiveram participação na parte musical.

A mensagem foi proferida pelo gestor local, evangelista Jabson Avelino, que pautou suas palavras nos principais degraus que Jesus desceu enquanto esteve na terra. O pastor explanou nas suas palavras, com sua prédica avivada peculiar, que o Senhor se desfez da Sua glória para vir à Terra salvar a humanidade. Em sua pregação de pouco mais de 1h30, o ev. Jabson trouxe uma cativante mensagem evangelística às pessoas que compareceram em peso à Praça Frei Damião.

Após a preleção, o convite foi feito aos não-crentes e desviados. Foram 81 conversões e vários batismos no Espírito Santo. Algumas pessoas chegaram a ser libertas de espíritos demoníacos durante o evento. Outras foram curadas e renovadas. Ao todo, foram 85 pessoas que se renderam a Cristo nos dois dias de eventos.

Às 22h45, quando a Cruzada Ouricuri para Cristo chegou ao fim, o que restou foi muito ânimo entre os irmãos ouricurienses, anfitriões de um evento ímpar e inédito na cidade que deixou marcas, frutos e resultados proveitosos para o Reino de Deus.

Veja as fotos dos dois eventos (clique nas imagens para ampliá-las):

CARREATA












CRUZADA






















A-BD

domingo, 10 de março de 2013

A paciência de Deus e a correria do mundo *

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[* Texto original do dia 26 de julho de 2010]

Tudo no mundo hoje requer velocidade, agilidade e instantaneidade. Internet lenta não serve. Trânsito lento irrita. Ninguém caminha mais nos grandes centros admirando os prédios, os rios que cortam uma cidade ou os passarinhos que voam. Por quê? Porque ninguém tem mais tempo.


E por que ninguém tem mais tempo? Porque a rotina de hoje é assim. Você quer que o dia do pagamento chegue logo. Deseja que acabe o mais rápido possível aquela palestra chata sobre um assunto que não compete a você. É aquela coisa: tudo quem que ser para ontem.


Ou algum pai de família brasileiro tira tempo para ir a um parque em pleno horário de trabalho? Será que existe algum trabalhador, que pega de segunda a sábado, durante 9h por dia, que se atreva a dizer “só vou dormir mais meia hora” algum dia, sem temer uma inevitável demissão?


Pois bem. Essa é a correria dos dias de hoje. Por causa disso, o desejo é que tudo saia o mais rápido possível sempre, e, por influência dessa ideologia de vida instantânea, a efervescente velocidade das coisas e dos fatos acaba exigindo a mesma rapidez no agir de Deus. “Senhor, eu quero já”, ordena um apressado. “Deus, seja rápido para me atender”, determina o agoniado.


Para piorar esse quadro, o que mais se vê na mídia e nos cultos cristãos são as exigências imediatas de um povo cada vez mais ansioso por posses, bens, bênçãos e direitos. Pede-se muito, e pede-se para já. Poucos levam em consideração o tão falado “tempo de Deus”. Eclesiastes 3 só serve para leitura, mas não para a prática.


Mas com Deus é diferente. Sua estratégia de tempo é diferente. Deus lida com o kronos e com o kairós. Seu relógio é pontual, sem atrasos e sem avanços. É como a manteiga no fogo: só se derrete na hora, não adianta mexer.


Em tempos de correria, de fast-food, de instantaneidade, deve ser considerado que Deus é atemporal e não depende do nosso cronograma apressado. Afinal, um dia do nosso calendário – com todos os seus males, atribulações, desafios e afazeres – pode ser tornar mil anos para Ele. Da mesma forma, mil anos para Deus – tempo suficiente para se criar uma geleira, desaparecer uma cidade ou passar um cometa raro – pode virar um dia em Suas mãos. Ou alguém duvida disso?


Então, nada como esperar na paciência e na provisão do Deus que controla e muda os tempos (Dn 2.21), em cujas mãos estão os tempos (Sl 31.15) e que exalta os que estão debaixo delas no tempo certo (I PE 5.6).


A-BD